Brasileiros vivem mais — e não querem apenas envelhecer, mas manter vitalidade, autoestima e uma aparência coerente com o novo estilo de vida A expectativa de vida no Brasil chegou a 76,6 anos em 2024, segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento também evidencia diferenças entre os gêneros:
Brasileiros vivem mais — e não querem apenas envelhecer, mas manter vitalidade, autoestima e uma aparência coerente com o novo estilo de vida
A expectativa de vida no Brasil chegou a 76,6 anos em 2024, segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento também evidencia diferenças entre os gêneros: enquanto as mulheres vivem, em média, 79,7 anos, os homens têm expectativa de 73,5 anos. Há poucas décadas, esse cenário era outro: em 1940, a média nacional era de apenas 45,5 anos, o que revela um avanço de mais de 30 anos ao longo do tempo.
Diante da mudança, o envelhecimento passou a ser encarado de forma diferente, e é no contexto do Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, que especialistas chamam atenção para uma visão mais ampla de bem-estar, que inclui não apenas a saúde física, mas também aspectos emocionais e de autoestima.
“Hoje, o envelhecimento deixou de ser passivo. As pessoas querem se manter ativas, produtivas e satisfeitas com a própria imagem”, explica o biomédico e especialista em harmonização orofacial, Dr. Helder Menezes, que também coordena o primeiro curso de especialização em cirurgias da face de Uberlândia – segundo do Brasil – reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação.
De acordo com o especialista, o novo comportamento relacionado ao aumento da expectativa de vida tem impulsionado a busca por procedimentos estéticos menos invasivos e mais personalizados, com foco na naturalidade. E é nesse cenário que a harmonização orofacial ganha espaço como aliada de um envelhecimento equilibrado.
“Muitas pessoas procuram pela harmonização facial porque querem que seu rosto represente como se sentem de verdade. Isso não significa transformar o rosto. É possível dar ao paciente o que ele quer, acompanhando o processo natural de envelhecimento e respeitando as características individuais de cada pessoa”, destaca.
Para além do aspecto estético, há sempre o aspecto emocional por trás das demandas por procedimentos como a harmonização, de acordo com Menezes. “Sabemos que a autoestima está diretamente relacionada ao bem-estar, o que por sua vez impacta todas as áreas da nossa vida”, completa.
Ainda assim, para Menezes, é fundamental reforçar que toda a mudança de comportamento e o consequente avanço da área de harmonização facial exige responsabilidade dos profissionais e do paciente que procura pelos procedimentos. “O equilíbrio é o que garante resultados seguros e naturais, sem excessos e indicações inadequadas”, alerta o profissional com mais de 30 anos de atuação.
Sobre Dr. Helder Menezes
Dr. Helder Menezes é Mestre em Ciências Odontológicas pela UFU e Doutor pela Universidade São Leopoldo Mandic (SP). Especialista em Periodontia, Implantodontia e Harmonização Orofacial, além de biomédico, atua há mais de 30 anos nas áreas clínica e acadêmica. É referência em cirurgias da face e reabilitação oral, com aproximadamente 15 mil implantes realizados ao longo da carreira. Coordena o primeiro curso de especialização em cirurgias da face de Uberlândia – segundo do Brasil – reconhecido pelo MEC e é cofundador da HD Ensinos Odontológicos, centro de pós-graduação que já formou mais de três mil alunos.
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